sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

E se...

E se nunca mais eu for
pétala
da pálida flor?
E se assim
de repente
eu permanecer
fértil
de todas as palavras
e nunca mais sentir
medo
de calar subitamente,
será que essa cor
que a flor ganhou
transforma
pra todo o sempre
a vida que era quase
invisível
em riso que não se esconde
e deixa as manhãs
ensolaradas
com gosto de chuva fina
rede
e abraço
que faz estremecer?...

3 comentários:

Isaac Marinho disse...

Seja o que for, o que tiver de ser será... ou não. [^_^]

Tenha um excelente fim de semana.

Abraço.

Márcia Corrêa disse...

É quando o transparente não é invisível mas, sobretudo, leveza. Beijos poeta Lilian.

Kiara Guedes disse...

dessas possibilidades do existir, que são feitos poetas como vc. Bjs meus

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