sábado, 12 de fevereiro de 2011

Carpe diem















Encaracolados sóis entre meus dedos
pendem da cabecinha inocente
que aconchega os medos e dúvidas
no meu farto colo de mãe.

Queria congelar o tempo
pra reter em meus longos braços
os abraços que não me dará
na adolescência.
Mas meu relógio
inclemente
Recusa-se a parar.

Resta-me o sorriso franco
de quem sabe que o tempo corre.
Eu aproveito.

5 comentários:

Por Felicia Bastos disse...

O agora é o maior "presente" que temos. Viva os pragmáticos!
Um forte abraço, minha amiga!

Alma Exposta disse...

Que Lindo blog o seu..!!
Encantada com sua poesia...!!

Saudações Poéticas...!!

Victória Lestrange disse...

Maravilhas ditas somente com algumas palavras expressas por uma escritora de talento visivel... Não há outra coisa a dizer a não ser... Meus Cumprimentos!

Victória Lestrange disse...

Lindas palavras ditas em forma de poesias por uma escritora de evidente talento, não há o que dizer a não ser... Meus Cumprimentos.

ErikaH Azzevedo disse...

Pq somos feitos de agoras e desses agoras cheios de pressa por acontecer.

Emocionou-me teu poema, acho que por querer ser tanto mãe e ainda não ter conseguido.

Vou ficando por aqui por querer voltar mais vezes.

Bjo meu a ti

Erikah

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