sábado, 9 de março de 2013

Despedida II















As lacunas do silêncio magoado
enchem de espaços vazios
a noite que não acaba nunca.
O amor prestes a morrer
de inanição
cava a própria cova.

É amargo o sabor
da despedida.

Um comentário:

ediney santana disse...

Poema que me fez abri uma garrafa de vinho, e ouvir canções velhas, poema bom

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