Sábado, 6 de Setembro de 2008

Não me conte...


Não reveles a mim, nem por um instante,
o que achas que sentes,
ou queres que eu creia.
Que tuas palavras sairão de tua boca
e pousarão no papel, levemente,
em forma de poesia
e ficará o registro, para que eu não esqueça
que já foste capaz de sentir
um dia.